Conto – Além do predador – Capítulo II

Comece do início; Capítulo I

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II

Bardcar e Miguel, no momento somente um agente, faziam parte de uma linhagem pré-estabelecida desde os primórdios da civilização na qual é indicada á carreira militar; seus filhos já nascem com a disposição certa para o serviço.
— Loy! — Disse em voz dura, e, peculiarmente, rouca. — Sim, senhor. — Respondeu Miguel, em posição de sentido.
— Precisamos de você, estamos sobe ataque. Tudo que tínhamos de tecnológico foi ineficiente contra eles. Falhamos com tudo. Temos informações que na cidade 1,5426 eles estão conseguindo combate-los com algo novo. — Disse o inspetor. A cidade 1,5426 é denominada assim por ordem numérica de surgimento. Todas estão sobe um plasma utilizado como fonte de nutrientes e esgoto ao mesmo tempo. Toda vez que os habitantes de alguma cidade se reproduzem outra com o mesmo numero de habitantes e com seu ecossistema próprio é criada. Loy mora na 1002, uma das primeiras a se instituir. — Tenho ordens para ir lá busca ajuda o mais rápido possível. E você vem comigo — Continuou, enquanto outros agentes entravam na casa e pegavam o que achavam ser necessário.
— Mas o que é isso, estamos sobre ataques de quem? — Disse Loy. — Ainda não desponhamos dessa informação. — Afirmou Bardcar.
O caos se instaurara: Por trás da aeronave que planava na sacada do prédio podia se ver grupos imensos de habitantes sendo mortos com apenas um toque e depois engolidos totalmente pela gigantesca forma torrente gosmenta. Multidões de crianças, jovens e adultos se amontoavam enquanto corriam por suas vidas nas vias da cidade. Seus gritos de misericórdia não eram ouvidos, e aos poucos iria sucumbindo pelo silencio da morte. Nenhuma forma inanimada era afetada de alguma forma pela ameaça; carros, casas ou estabelecimentos eram invadidos subitamente e todas as vidas eram saqueadas, mas os edifícios continuaram ímpetos.
— Que os Hoo nós ajudem. — Falou Loy, desesperado. — Andem logo com isso. — Retrucou Bardcar.
Os próximos minutos foram os piores das suas vidas: No caminho até a aeronave a devastação ficou mais tenebrosa, urros e suspiros faziam o som ambiente. Alguns histéricos se jogavam dos prédios ao ver todos da sua família morrer, crianças choravam sem os pais. Outros tentavam, sem sucesso, o uso de armas, sejam de qualquer procedência. Aqueles que dispunham de um veiculo aéreo estava fazendo uso deles, embora alguns foram abatidos. Da atmosfera só era possível ver um mar verde por toda a região. A situação se mostrou ainda mais critica quando a aeronave finalmente chegou ao plasma; As criaturas estavam por todos os lados, seguindo o fluido e invadindo todas as cidades que encontravam pelo caminho. Os cabos de energia, os quais ligavam todas as cidades daquela região eram os responsáveis para criar energia para todo o resto daquele universo, iam se despedaçando aos montes.
Daí tudo virou um borrão quando a nave atingiu a super velocidade. Logo estavam na periferia da cidade 1,5426 . Com todo aquele poderoso acido e mau cheiro, havia algum tempo que era também assolada por criaturas que vagavam em busca de comida, mas não eram incomodo a ninguém.


——  Marcos G Plymouth

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